O triste caso do jovem de Minas Gerais que por conta do vício em crack reagiu ao cerco policial, chamados pelos próprios pais e acabou morto a tiros... A DROGA QUE DESCOBRIU O BRASIL » Mais uma tragédia da "pedra da morte" Homem de 30 anos é morto com 12 tiros por militares em Belo Horizonte depois de o pai ter chamado a polícia para tentar convencer o filho a parar de usar a droga dentro de casa type="text/javascript">
Alfredo Durães
O ex-universitário de direito Bruno Nascimento Magalhães, 30 anos, foi morto na madrugada de ontem, baleado várias vezes por um soldado da Polícia Militar dentro de casa, no Bairro Esplanada, região leste de Belo Horizonte. Os PMs chegaram ao local, à 1h15, depois de um chamado da própria família de Bruno, que estava consumindo crack e cocaína dentro de seu quarto com dois amigos e se negava a abrir a porta, além de fazer ameaças aos parentes. O caso, ocorrido em casa de classe média, é mais um triste exemplo de como a “pedra da morte” se disseminou na sociedade e tem destruído famílias no Brasil.
Segundo a versão da PM, Bruno foi alvejado porque se atracou com o soldado e o agrediu com três facadas, sendo que duas foram desferidas no colete à prova de balas e uma na perna, o que causou ferimento superficial. Em resposta ao ataque, o militar Ricardo Costa Andrade disparou 12 vezes contra Bruno, usando uma pistola .40. Os três policiais que atenderam a ocorrência são do Grupo Especializado de Policiamento em Áreas de Risco (Gepar), da 128º Companhia do 22º Batalhão.
Apesar do passado de viciado do homem, que largou os estudo e o trabalho e vivia em função do vício, os familiares consideraram a ação da polícia exagerada, “cheia de excessos”, como declarou um parente que estava na casa no momento dos tiros e que afirmou que a família está abalada com a tragédia.
De acordo com eles, quando três PMs chegaram na casa, Bruno continuava trancado no quarto e não atendia aos apelos para abrir a porta, nem mesmo os feitos pelos próprios colegas que estavam com ele dentro do cômodo. “Ele parecia transtornado e dizia coisa desconexas, como ‘chegou a hora’. Aí os policiais arrombaram a porta e começaram os tiros, que foram muitos. Não vimos nada, porque a família se afastou na hora que os PMs jogaram a porta no chão. Acho que não precisava tanto”, contou um familiar, acrescentando que “depois dos tiros, os PMs gritaram que o Bruno estava morto, mas depois resolveram levar para o hospital, quando um deles disse que ele ainda respirava”. Uma outra parente contou que ele tinha vários ferimentos no tórax e no abdome, numa das pernas e no braço.
Os colegas de Bruno que estavam no quarto foram identificados como Sérgio Vieira Brandão, de 40 anos, e Adalberto Monteiro Dionísio, de 49 anos. Sérgio diz que se escondeu na hora da invasão do cômodo e só ouviu os estampidos. “A gente tava tomando cerveja e eu só cheirei uma carreira de pó (cocaína) que o Bruno colocou. Não vi se tinha crack porque não mexo com isso. Na hora que quebraram a porta eu me escondi ao lado da cama e só ouvi aquele tanto de tiro, parecia que estava no Iraque. Não sei se o Bruno atacou alguém.” Adalberto não quis dar declarações.
Agressivo O sargento Luciano Ramos, comandante da guarnição 9488, que atendeu ao chamado dos familiares, disse que depois de arrombarem a porta, com autorização da família, Bruno agiu de forma alucinada, indo de encontro a eles. “Ele gritava muito, mesmo antes de a gente arrombar a porta do quarto. Dei dois tiros com balas de borracha (munição supostamente não letal) e nem sei se acertou. Mas ele não se intimidou e partiu para cima do companheiro com a faca na mão. Os dois caíram e o soldado Andrade, depois de ser esfaqueado, conseguiu se desvencilhar e atirou. Não sei quantos tiros foram disparados.”
O comandante da 128ª Companhia, capitão José Roberto Pereira, disse que os militares só agiram depois de autorização do pai e da tia da vítima e que chegaram a tentar conversar com Bruno antes de arrombarem a porta. “Os tiros de bala de borracha foram para intimidar, mas não surtiram efeito. Dentro daquilo que chamamos de progressão da força, o militar teve que usar munição letal.”
No quarto da vítima foram encontradas duas pedras de crack e três papelotes de cocaína, de acordo com a PM. A droga e a faca foram levadas para a Delegacia de Homicídios com a ocorrência, bem como os dois colegas de Bruno para prestar depoimento. As armas foram recolhidas para exame de balística e o militar afastado do trabalho nas ruas até a conclusão do inquérito, de acordo com o comando da 128ª Companhia.  Dos namoros à dependênciaMaria Tereza Correia/EM Bruno vivia numa espaçosa e bem cuidada casa na Rua Violeta, com grandes e cuidados jardins, típica de classe média, com três carros na garagem. Segundo um primo, ele usava drogas desde o fim da adolescência, mas era até comedido e levava uma vida quase normal, estudando e namorando. “Ele fazia muito sucesso com as mulheres, mas depois que começou a usar crack, de uns anos para cá, sua vida desmoronou. Parou de trabalhar e estudar e passava os dias à procura de dinheiro para sustentar o vício.” Inúmeros vizinhos de Bruno afirmaram que sabiam do problema com drogas, mas que ele nunca incomodou ninguém no bairro. A vizinha Nilma Carvalho Castro, que mora poucos metros abaixo da residência, disse que ele passava o dia inteiro sentado na porta de casa bebendo e fumando. “Depois passou a roubar coisas em casa para sustentar o vício. Sabemos que chegou a roubar uma televisão de 32 polegadas e vendeu para uma vizinha por R$ 10. A mãe dele descobriu a transação e desfez o negócio”, afirmou. Outra vizinha, a cabeleireira Lourdes Millard, afirmou que a mãe sofria muito com tudo e que ficou sabendo que ele foi internado duas vezes em uma clínica especializada. O dono de um bar nas proximidades, que Bruno frequentava, afirmou igualmente que ele nunca causou problemas, mas que seu vício em crack era de conhecimento de todos. “Infelizmente terminou assim.” Outra vizinha, que pediu para não ser identificada, falou que há cerca de dois meses Bruno agrediu a mãe, numa discussão por causa de dinheiro. “Em alguns momentos ela cedia e dava o dinheiro, como forma de não ter problemas maiores ou para ele não roubar em casa.”
Escrito por lucky-rs às 04h03
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A CIDADE DE CAXIAS DO SUL NA SERRA GAÚCHA JÁ LANÇOU ATRAVÉS DA BRIGADA MILITAR A SUA OPERAÇÃO PAPAI NOEL PARA AS FESTAS DE FINAL DE ANO COMO MOSTRA A MATÉRIA PUBLICADA NA EDIÇÃO DE TERÇA-FEIRA, 01 DE DEZEMBRO DE 2009, DO JORNAL O PIONEIRO... OPERAÇÃO PAPAI NOELReforço no policiamentoAção segue até 6 de janeiro para prevenir crimes na área comercial type="text/javascript"> Caxias do Sul – Até 6 de janeiro de 2010, 30 policiais militares estão reforçando a segurança na área comercial da cidade. O efetivo faz parte da Operação Papai Noel, lançada ontem pelas entidades do comércio caxiense, Brigada Militar, Polícia Civil e prefeitura. A ação tem por objetivo diminuir os roubos ao comércio e a pedestres, com média de, respectivamente, 36 e 118 casos mensais. Em 2008, a redução nos assaltos ao comércio durante a operação foi de 38,8%, comparado a dezembro de 2007.
O número de policiais utilizados no ano passado foi o mesmo. Neste ano, cinco pedestais instalados no Centro e doados pela Festa da Uva ajudarão os PMs a visualizarem melhor a área. Os policiais também atuarão a cavalos, com motos e bicicletas. Os brigadianos foram remanejados do setor administrativo e de patrulhas especiais, conforme o comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Júlio César Marobin. A concentração do trabalho será na área central e em bairros como Pio X, Santa Catarina e Cruzeiro. O monitoramento das 18 câmeras da área central será feito por dois PMs por turno durante a operação. Normalmente, as imagens são monitoradas por apenas um policial.
– Os recursos não são suficientes, mas neste ano temos mais do que em 2008. Recebemos sete viaturas em abril, temos 14 motos da Patrulha do Comércio (criada em 28 de novembro de 2008) e duas bicicletas – enumera Marobin.
A 2ª Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) também terá reforço de um servidor em horário comercial para registro de ocorrências. Com isso, o número de funcionários será de quatro no sistema de plantão e seis em horário comercial.
– Com esse policial a mais, o atendimento será mais rápido até para liberar a Brigada Militar do flagrante para que ela possa voltar ao trabalho de prevenção – avalia o delegado Arthur Raldi, titular da 2ª DPPA.
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas), Ivanir Gasparin, ressalta que, além do papel dos órgãos de segurança, o lojista deve se prevenir
– A primeira função do comerciante é propiciar a segurança ao cliente, não deixando o caixa perto da porta, por exemplo. Os lojistas precisam conhecer o vizinho para se comunicar quando acontece algo. Se virem algo, sempre ligar para o 190 – orienta Gasparin.
| | | | | - Procure mudar percurso até a sua loja | | - Evite andar por locais mal iluminados | | - Evite instalar a caixa registradora próximo à porta que dá acesso à rua | | - Evite manter uma quantidade elevada de dinheiro na loja | | - Procure pagar seus funcionários por meio de estabelecimentos bancários | | - Acione os dispositivos de segurança de sua loja | | - Mantenha a fachada da loja iluminada à noite | | - Troque telefones e informações com as lojas vizinhas, criando uma rede mútua de apoio |
| | | | | Orientações | | Oito mil folderes da operação, contendo dicas de segurança, serão distribuídos aos comerciantes. |
FONTE: http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,2734218,157,13634,impressa.html
Escrito por lucky-rs às 03h35
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Plano não altera carreira de professores estaduais
O secretário estadual da Educação, Ervino Deon (PSDB), admite que os projetos de lei propondo mudanças para o magistério não irão beneficiar todos os servidores, pois não há condições para garantir reajuste a 100% dos professores. Mas considera o pacote um grande avanço, já que eleva o rendimento dos que ganham menos. Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, Deon fala sobre a opção do governo do Estado, garante que as carreiras não serão desmontadas e detalha como será aplicada a meritocracia.
Jornal do Comércio - Ao assumir a secretaria, como o senhor encontrou a Educação no Rio Grande do Sul? Muito boa a entrevista do Secretário Estadual da Educação, ERVINO DEON, publicada no Jornal do Comércio, reproduzida acima pelo Blog...CONFIRA.
Ervino Deon - Vivendo uma forte ação, desencadeada pela (ex-secretária) Mariza Abreu, que deu uma sacudida na gestão pública e teve a iniciativa de propor discussões que eu, estando há 32 anos no magistério, jamais vi alguém fazer. Sabia-se dos problemas administrativos e nas carreiras. Mariza sacudiu isso e avançamos muito na organização de turmas, matrículas, regularização da vida escolar.
JC - Houve resistência?
Deon - Mas era necessário fazer. A prova foi quando se conseguiu - e os números mostram - a confirmação das turmas e também das matrículas. Só nesta passagem de método, foram 7 mil turmas a menos. Imagine a carga-horária de professores necessária para atender a 7 mil turmas.
JC - A questão da enturmação?
Deon - Não é enturmação. Denominaram assim. É organização para evitar que fiquem na mesma escola, no mesmo turno, turmas com sete ou oito alunos, quando se pode fazer uma mesma turma com 22. Isso foi uma sacudida de gestão, necessária.
JC - E os resultados desse processo?
Deon - As avaliações começam nesta semana através do Sistema de Avaliação do Ensino do Rio Grande do Sul (Saers), que fará o diagnóstico da Educação no Estado.
JC - Qual a vantagem para o aluno?
Deon - Quantos alunos, turmas, escolas e setores estariam sem atendimento se não se fizesse esse trabalho de racionalizar os recursos humanos? Se deixo uma escola com sete ou oito alunos por turma, em outra faltará professor. O Estado tem uma capacidade determinada. Ou se contrata mais - e não há condições para isso - ou vai faltar professor.
JC - E nas escolas, como foi a repercussão?
Deon - Não houve resistência dos diretores. Organizamos as matrículas, que hoje são feitas online, não mais no papel. Antes, o professor tinha que entregar a lista de cada turma na coordenadoria, que vinha com uma planilha de todas as turmas de cada escola do Rio Grande do Sul. Hoje, o diretor coloca no sistema e se confirmam as matrículas. Isso é gestão.
JC - O pacote enviado à Assembleia Legislativa tem relação com esse processo?
Deon - É decorrência deste trabalho, não foi criado agora. Foi planejado, construído com debates que fizemos em todas as escolas do Rio Grande do Sul, além da sociedade e entidades. Foi discutido amplamente.
JC - O Cpers, sindicato dos professores, foi ouvido?
Deon - O Cpers sempre disse que era contra. Recebeu convites e sempre se negou a participar. Mas o tensionamento é normal nesse momento de reformas.
JC - E como o senhor está enfrentando isso?
Deon - Com di&aacut e;logo, simplicidade, valorização das pessoas. A minha forma de conduzir a secretaria é estar permanentemente nas escolas, colhendo desejos, angústias, dificuldades e a vontade de dizer algo ao secretário e ao governo. Estou segunda, sexta e sábado nas escolas, a menos que a agenda não permita. Tem que valorizar os professores. O trabalho que estão fazendo é bom, principalmente no Interior. Jamais vou deixar de ser um parceiro dos meus colegas das escolas.
JC - Quais são os comentários sobre os projetos de lei que estão na Assembleia?
Deon - Há questionamentos, dúvidas, mas não posição contrária. Não esclarecer é coisa de quem está contra. Não identifico uma resistência maciça, declarada e aberta nas escolas. Pelo contrário, em muitas há alegria dos professores, reconhecendo que agora existe o mínimo que dá dignidade a eles: R$ 1.500,00.
JC - Mas isso só vale para quem tem 40h. O restante, que têm graduação e pós-graduação, está se sentindo desvalorizado.
Deon - Neste momento, não há como conceder reajuste a todos. A governadora Yeda Crusius (PSDB) optou por dar atenção ao fato de que tem professor ganhando R$ 800,00. A negociação para o reajuste da categoria no momento da data-base continua, assim como a política salarial. Claro que o aumento não atinge a todos. Neste momento, a opção foi valorizar os que ganham menos: brigadianos e professores. Para os demais, haverá o momento do reajuste.
JC - Ao lançar a proposta de completar salários até R$ 1.500,00, o governo não poderia ter optado pelo piso nacional de R$ 950,00?
Deon - O Ri o Grande do Sul está questionando judicialmente o piso nacional. Não há como aplicar no Estado ou nos municípios o que está proposto pela União. O piso é a garantia de que nenhum professor vai receber menos do que R$ 950,00. A lei do piso determina que até o final de 2009 tenha que se mudar e adaptar os planos de carreira. Como não houve mudança aqui, e está se vendo a dificuldade em fazer, é evidente que não há como aplicar o piso de R$ 950,00, pois fica como básico para, a partir daí, se colocar adicionais. Em 2010, se o projeto for aprovado, nenhum professor do Rio Grande do Sul receberá menos do que R$ 1.500,00.
JC - Como o plano irá refletir em quem já garantiu benefícios e, por isso, tem salário maior? Haverá homogeneização dos esforços?
Deon - Quem vai receber reajuste est&a acute; nos níveis 1, 2 e 3. São 32 mil professores. Se não dá para agradar a todos, está se priorizando quem ganha menos. Não há como elevar de forma linear os salários. Que bom seria se fosse possível aplicar o básico de R$ 950,00. Ficaria muito satisfeito, mas é absolutamente impossível. Com o plano de carreira atual, que tem efeito cascata, não há maneira de deixar esse valor como básico e a partir dali colocar as variáveis.
JC - Qual o principal problema do plano de carreira no magistério hoje?
Deon - É reajustar esse básico. E também o acavalamento dos níveis e das classes. A formação dos professores -níveis 1, 2, 3 - não existirá mais se a emenda que tramita no Congresso for aprovada. A educação infantil será feita só com professor de n&iacu te;vel superior. Só que isso tem um porém, porque o básico é só nível 1. Elevar o básico e dar 10% para quem ganha R$ 600,00 pouca diferença faz. Mas 10% para quem tem nível 5 e 6, arrebenta. Não há como fazer. Outros governos não fizeram. Antonio Britto deu 23% e não conseguiu pagar. A governadora Yeda está pagando agora. Passaram-se mais dois governos que também não aumentaram, porque não há como nesse plano de carreira. Tem que se fazer valorizando o desempenho. Vamos ter que adequar e aproximar os níveis.
JC - Os projetos que preveem a implantação da meritocracia pretendem alterar o plano de carreira?
Deon - Não. Isso será feito depois. O fim da licença-prêmio é uma adequação à lei federal, que já a retirou. Não se mexe em nível o u em classe nenhuma. E a questão da avaliação por desempenho, que aponta para gratificação através do 14º salário, não desestrutura os salários do atual plano de carreira. Se recebe da forma que é hoje e há a possibilidade de receber um 14º salário mediante o alcance de metas. Pagar a todos da mesma forma, independente se o resultado é bom ou não, acabou. Não dá mais.
JC - Como isso será feito e fiscalizado?
Deon - Cada secretaria vai traçar suas metas. Um comitê central de avaliação formado pelas Secretarias de Gestão, Fazenda e Administração vai acompanhar o desempenho e o atendimento das metas que serão traçadas por cada escola. Na educação é fácil se trabalhar e pensar em metas.
JC - Como?
Deon - O desempenho do aluno, a aprendizagem. Se nesse ano estamos com número x, nossa meta é no ano que vem pedir x mais. O que será feito para se atingir isso? Planejamento pedagógico de cada escola ou do sistema. Os professores assumirão uma metodologia de trabalho e práticas que possam intervir e solucionar questões. Não é individualmente, cada professor, mas o conjunto da escola.
JC - O 14º salário dependerá do percentual da meta atingida?
Deon - Claro. Se atingir toda a meta, é integral. Se atingir 80%, o 14º será neste patamar. É importante destacar que uma escola que está no Centro de Porto Alegre com estrutura e alta tecnologia não será comparada à outra do Interior. Não se vai colocar escolas com diferenças socioeconômicos disputando entre elas. É cada escola com ela mesma, ou no sistema.
JC - P ara o Cpers, as propostas são um desmonte das carreiras.
Deon - Absolutamente. Ninguém retira nada. Mas na licença-prêmio, quem defende que se tenha o direito de sair a cada cinco anos e o Estado pagar claro que é contra o projeto. Quando o Estado acena, para o bem da sociedade, para qualificar o serviço público, é positivo. Então, se assegura esta licença para cursos de formação. É uma forma de melhorar o desempenho, que se reflete em ganhos para o aluno.
JC - Como o Estado irá ajudar na qualificação dos professores?
Deon - Com cursos de formação, seja por meio da secretaria, de universidades, de parcerias. O Estado vai propor e oferecer cursos para que o professor, ao solicitar a liberação, tenha três meses para fazer cursos, sem perder nada. A diferença é deixar de sair três me ses e ir para casa ou praia, para ir se qualificar. Reverte-se em qualidade para a sociedade. Se menos alunos abandonarem a escola, forem reprovados, melhorando índices de aprendizagem, o que piora na sociedade?
JC - É justo o governo cobrar desempenho de escolas em situação precária?
Deon - O governo atua na conservação e melhoria dos espaços escolares. Das 2.600 escolas, 1.900 estão renovadas. Pagamos R$ 194 milhões para isso. Estamos investindo em tecnologia da informação, salas de aula digitais, e também na formação dos professores com o lançamento das Lições de Rio Grande, que são os referenciais curriculares usados pelo Conselho Nacional de Secretários da Educação, que é o mínimo que cada escola terá que dar em cada disciplina em cada uma das séries. Não propomo s a avaliação por desempenho como uma coisa isolada. Está inserida em um conjunto de programas estruturantes do Estado.
JC - E por que a decisão de enviar os projetos à Assembeia Legislativa no final do ano? Haverá tempo para as medidas serem aprovadas?
Deon - Passamos o ano discutindo, falamos com professores. Não podemos deixar de dar a oportunidade de esse conjunto de professores ter salário digno e mínimo. Os deputados precisam ser responsáveis e devem considerar a proposta para professores que estão com os salários defasados e merecem prioridade. E os deputados devem entender que não se retira nada de ninguém e se aponta possibilidades de ganhar mais por duas questões: o superávit revertido em matriz salarial e o desempenho. Teria dificuldade em dizer a uma professora que ganha R$ 600,00 para esperar até o próximo ano para t er aumento. Não dá.
JC - O governo admite a possibilidade de tirar a urgência e transferir a discussão para o próximo ano?
Deon - Não. A condição é aprovar neste ano e colocar isso em prática a partir de janeiro para se adequar à legislação federal que apontou esse prazo para os estados. Não podemos ser uma ilha isolada do restante do Brasil. Se foi encaminhado com urgência, é porque a expectativa do governo é aprovar.
JC - Na negociação do pacote, o governo admite mudanças para a Brigada Militar. Há onde mexer no projeto do magistério?
Deon - O Parlamento é o lugar para os ajustes. É possível que surjam após ouvir professores e setores da sociedade.
JC - Os servidores planejam uma forte mobilização nesta semana. Preocupa a possib ilidade de greve?
Deon - Não acredito. Sei da responsabilidade da grande maioria dos professores. Quem está propondo isso precisa verificar muito bem quem são e quantos são os contrários. Não são os professores. Nas escolas, não há essa disposição, esse clima. A greve é meio de pressão e tem viés político-ideológico.
JC - O senhor sustenta que o Cpers não quer negociar.
Deon - Para negociação não basta passeata. É preciso diálogo. Gostaria de ter ouvido o Cpers diretamente. Por que é contra uma licença para qualificação? Por que é contra o 14º salário por bom desempenho? Da forma como está hoje, se beneficia o que faz menos. Recebi duas vezes o Cpers desde que assumi. Na primeira, nenhum desses questionamentos foi levantado. Na segunda, e les simplesmente se recusaram a discutir o projeto, dizendo que não concordam e que queriam discuti-lo em assembleia.
JC - O Cpers aponta que a proposta exclui funcionários, professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos.
Deon - Em primeiro lugar, não é aumento linear. É uma opção para beneficiar a quem está com baixo salário. O Cpers pode ter uma posição, mas os professores, pelo compromisso com a educação, não vão deflagar um movimento contra. O projeto, repito, não elimina nem afeta o plano de carreira. Não há razões para propor greve quando se está apontando para melhorar o salário de quem ganha menos e gratificar quem trabalha melhor. Será que a sociedade concorda com a greve?
Escrito por lucky-rs às 03h24
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| Miki participa de debate na Souza Cruz | Lilian Martins - MTB 12566 | PSB 17:40 - 30/11/2009 Foto: Lilian Martins / Gab. dep. Miki Breier
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O deputado estadual Miki Breier (PSB) participou ao lado da deputado federal Manuela D’Ávila (PCdoB), do debate “Diálogo com o Parlamento”, realizado pela Souza Cruz. O evento aconteceu na sede da empresa, em Cachoeirinha. Na ocasião, dezenas de colaboradores da empresa ouviram a explanação dos parlamentares e fizeram perguntas. Na oportunidade, Miki falou sobre o trabalho que tem realizado em seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa. Coordenador da Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, o deputado ressaltou a importância de divulgar o Estatuto da Criança e do adolescente, que considera a segunda lei mais bem feita no país, atrás apenas da Constituição Federal de 1988. “Antes do ECA, as crianças não tinham direitos, não eram cidadãs”. O deputado comentou que muitas pessoas falam mal do ECA ou pensam em alterá-lo sem ao menos conhecer seu conteúdo. Miki também fez relatos sobre as atividades desenvolvidas pela Frente Parlamentar Estadual em Defesa do Trânsito Seguro e da necessidade de conscientização dos motoristas e pedestres. As leis polêmicas, de sua autoria, também foram destacadas. “A lei que restringe a venda e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol reduziu em 70% a violência. De acordo com os dados passados pela Brigada Militar podemos concluir que cumprimos o nosso papel”, afirmou. Com relação à lei que proíbe o fumo em locais coletivos fechados, Miki enfatizou que o texto define e estabelece regras para as áreas reservadas aos fumantes. “Esta foi uma tentativa de construir um consenso sobre o tema na sociedade gaúcha, reduzindo a exposição das pessoas, principalmente as não fumantes, à fumaça do cigarro que é tão prejudicial à saúde. No entanto, nossa proposta não poderia ser a mesma de estados como São Paulo e Rio de Janeiro, considerando a importância da cultura do fumo no setor primário de nosso estado que é responsável por mais da metade da produção nacional”, salientou. FONTE: http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=239195 |
Escrito por lucky-rs às 19h03
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| Miki verifica estragos causados pelas enchentes em Bagé | Lilian Martins - MTB 12566 | PSB 17:39 - 30/11/2009 Foto: Lilian Martins / Gab. dep. Miki Breier
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Na tarde de domingo (29), o deputado estadual Miki Breier (PSB), esteve em Bagé para verificar os estragos causados pelas enchentes no município. Na ocasião, o parlamentar também participou de um chá beneficente. Durante a visita, o parlamentar esteve no local onde dezenas de casas foram alagadas pela enchente do Arroio Bagé, que corta a cidade de Norte a Sul. Dezenas de famílias perderam praticamente todos os seus pertences, levados ou avariados pelas águas. A maioria delas reside em áreas de risco. O parlamentar esteve no local acompanhado do integrante do diretório municipal do PSB e da secretária de Mulheres do partido, Jaqueline Silveira. Na sedo do Clube Caixeiral, Miki prestigiou um chá beneficente em prol da Fundação Geriátrica José Auta Gomes. Trata-se de uma instituição particular, sem fins lucrativos, que atende idosos que necessitam de assistência 24 horas por dia. O chá, organizado por membros do PSB local, contou com diversas apresentações de dança e com um vídeo sobre a Fundação. |
FONTE: http://www.al.rs.gov.br/ag/noticias.asp?txtIdMateria=239194
Escrito por lucky-rs às 19h00
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Do Twitter replico no Blog: http://twitter.com/lucianoramos Também é do Zaffari Bourbon o Pedágio do Brinquedo, outra grande iniciativa do grupo que arrecada e distribui brinquedos no Natal a carentes less than 10 seconds ago from web Quem vive a cultura e a rotina de Porto Alegre também vai lembrar das edições do Concertos Comunitários Zaffari que leva a orquestra ao povo 2 minutes ago from web Quem não lembra das filhas com nomes de flores no Dias dos Pais, do Porto Alegre é Demais no aniversário, ou da mensagem de Natal? ZAFFARI 4 minutes ago from web As mensagens do Zaffari não vendem mercadorias, são apelos às emoções e aos valores que a empresa tem como marca principal... 5 minutes ago from web Por falar em Zaffari, quem é do sul convive com a propaganda da rede que se não me engano era da Agência Matriz e do poeta Luis Coronel. 6 minutes ago from web
Escrito por lucky-rs às 21h19
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Vejam só como age uma empresa que respeita seus clientes e por isto é exemplo no atendimento e na qualidade. O e-mail abaixo recebi da Cia. Zaffari, dona da rede Zaffari e da rede Bourbon Shopping. É por esta e milhares de outras razões positivas que sou um cliente apaixonado e fiel da Cia. Zaffari: ----- Original Message ----- Sent: Thursday, November 26, 2009 5:45 PM Subject: Cia Zaffari. Contato
Luciano, Já faz algum tempo que acompanhamos seu interesse pela marca Zaffari através do Twitter e suas manifestações tem sensibilizado a todos. Gostaríamos de aproveitar a ocasião do Natal para retribuir esse carinho. Para entregá-lo precisamos saber qual o endereço mais conveniente para você. Se desejar mais informações sobre esse assunto, por favor entre em contato pelo telefone (51) 3337.3111 - Ramal 3611 com Jessica. Atenciosamente, Sônia Grisolia Marketing Corporativo Cia. Zaffari Fone: (51) 3337.3111 - Ramal: 3611 grisolia@zaffari.com.br www.zaffari.com.br
Escrito por lucky-rs às 20h53
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CORONEL BONDAN Entre os promovidos na Brigada Militar está o ex-comandante do 26 BPM, TC Bondan, agora CORONEL Carlos Roberto BONDAN da Silva... Parabéns ao Nosso Querido Irmão com tantos serviços prestados com relevância para Canoas, Porto Alegre e Cachoeirinha e que agora certamente estará cada vez mais ajudando a nossa Regiâo Metropolitana... Mais uma vitória do Comandante-Geral da Brigada Militar, Coronel João Carlos TRINDADE Lopes... TRINDADE provou que quem manda na Brigada são os brigadianos e não vereador de Canoas e/ou mal policial civil...
Escrito por lucky-rs às 11h40
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Recebo de uma colega um trecho de e-mail que ela como boa jornalista que é, experiente e atenta, classificou como o cúmulo do gerundismo moderno que assola nossos colegas em redações e empresas dos mais variados setores... "Provavelmente em breve estaremos encaminhando solicitação para confecção de...!" De fato, é uma pérola do falar muito ou escrever demais para não dizer nada com nada nem explicar coisa com coisa... "...estaremos encaminhando...", Deveria ser "encaminharemos ou encaminharei", se é em breve, quando for enviar comunica e não precisa de aviso prévio do "provavelmente em breve"... Não seria mais fácil escrever de uma só vez quando o assunto estiver definido algo como um simplesmente: " - Envio solicitação de confecção para...!"??? GERUNDISMO E PROLIXIDADE SÃO NOVAS CHAGAS SOCIAIS DE QUEM NÃO RESPEITA O TEMPO DAS OUTRAS PESSOAS, VAMOS SER OBJETIVOS E IRMOS DIRETO AO ASSUNTO, SEM ENROLAÇÃO, NEM FALANDO NA TERCEIRA PESSOA, A NÃO SER QUE A MENSAGEM SEJA EM NOME DE UMA EMPRESA OU ORGANIZAÇÃO...MENOS FORMALIDADE SIGNIFICA COMUNICAÇÃO MAIS RÁPIDA E EFICIENTE!!!
Escrito por lucky-rs às 11h12
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A moda agora é processar Blogueiros também como se faz com jornalistas
RIO GRANDE DO SUL Blogueiros são alvo de processos judiciais
Por Joel Felipe Guindani em 24/11/2009 |  | Blogueiros de Porto Alegre vêm sendo alvo de processos judiciais nos últimos meses. O caso mais recente é o do jornalista Wladimir Ungaretti, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A Justiça determinou que Ungaretti retirasse do blog Ponto de Vista todo conteúdo que pudesse ser considerado ofensivo a um fotógrafo do jornal Zero Hora que é criticado pelo professor. Os integrantes do blog Nova Corja também estão na lista das acusações judiciais. Eles já sofreram três processos de ordem cível e criminal movidos por jornalistas e pelo Banco do estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). No entanto, os processos judiciais atingem outros blogs, como o do porto alegrense Milton Ribeiro. Após emitir críticas ao livro A Casa das Sete Mulheres, de Leticia Wierzchowski, que deu origem à minissérie da rede Globo, Ribeiro foi processado por danos morais. Milton nega as acusações e aguarda a tréplica dos advogados de Leticia. O blogueiro ainda enfatiza que o que fez foi emitir apenas uma opinião acerca de um romance. "O que eu fiz foi uma crítica, pois a Constituição federal permite que você se expresse livremente. O processo afirma que eu disse que ela não era culta e que fui agressivo. Isso, eu não concordo. Tudo o que eu disse é uma opinião a respeito de um livro dela; uma opinião que eu afirmo e reafirmo tranquilamente", diz. Espaço para estimular o debate Milton é blogueiro desde o ano de 2003 e analisa como graves as acusações e processos que outros blogueiros vêm sofrendo no estado. Em seu caso, ressalta que as acusações feitas por Leticia vão além do conteúdo ou da crítica por ele feita ao seu romance. Para Milton, os processos judiciais estão sendo utilizados como forma de tentar censurar os blogs. "Tem um lado que pode se transformar em censura muito facilmente. Eles alegam que eu ataco o nome Wierzchowski, que é polonês. Então, presumem que eu não gosto dos poloneses, como está no processo. Desta forma poderão alegar também que eu sou machista por que critico uma escritora. Desse jeito a coisa segue de uma forma incontrolável", expõe. Marco Aurélio Weissheimer, criador do blog RS Urgente, também foi recentemente processado pela governadora Yeda Crusius. O blogueiro é acusado de divulgar fotografias dos netos da governadora sem prévia autorização. Para Weissheimer, seu blog é um novo espaço para estimular o debate público e que rompe com o monopólio dos grandes veículos de comunicação. Salienta que, no seu caso, o objetivo é informar sobre os fatos da política gaúcha que por outros veículos de comunicação, principalmente os de maior circulação, não são percebidos ou considerados relevantes. Indiciada pela Polícia Federal "O crescimento de ações judiciais e de processos contra blogueiros indica primeiramente o reconhecimento do surgimento de um espaço novo de comunicação. Os blogs, que até pouco tempo eram considerados uma produção caseira, se inserem definitivamente no espaço de comunicação e debate público. Certamente os blogs passam a incomodar o sistema dominante de comunicação e com isso eles passam a usar dessas armas contra nós, blogueiros", comenta. No Brasil, o caso mais polêmico foi o da blogueira amapaense Alcinéa Cavalcante, que foi indiciada pela Polícia Federal por um comentário publicado em seu blog considerado ofensivo ao senador José Sarney (PMDB). Tanto o comentário quanto o blog não estão mais disponíveis. A assessoria de Sarney afirmou apenas que o indiciamento não foi pela vontade do senador, e sim, do advogado de sua frente partidária. Após esta ofensiva, Alcinéa criou outro blog. Também, há poucos meses, o jornalista e blogueiro iraniano Roozbeh Mirebrahimi, foi condenado pela Justiça iraniana a dois anos de prisão e a 84 chicotadas, por "propaganda contra o sistema", "difamação do supremo líder" e por "perturbar a ordem pública". FONTE: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=565ENO002 |
Escrito por lucky-rs às 10h56
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O OBITUÁRIO QUE CELSO PITTA MERECIA Aqueles que vão desta para melhor merecem nosso respeito. Cumpriram este incrível ciclo da existência, que separa vida e morte. E não importa qual tenha sido a conduta em terra dos que partem, pois a partida lhes dá a possibilidade de acertar contas com a Justiça Eterna e obter anistia dos pecados mais capitais. Toda regra, no entanto, deve ter uma exceção que a comprova. Não são palavras minhas, são enunciado da ciência. E Celso Pitta, para mim, é uma destas exceções, que comprova a regra acima. Que ele possa acertar suas contas lá em cima e tentar fugir do inferno, mas já deveria te-lo feito em terra, pelos danos que causou por aqui. Ele, alguns comparsas e o grande mestre de todos, Paulo Maluf, estão envolvidos em todas sorte de suspeitas, denúncias e processos civis e criminais, de ordem financeira e administrativa. São bandidos que meteram a nossa grana no bolso, lesaram o Erário, empobrecem o país. Por isso Pitta, ainda em vida, deveria ter convocado uma entrevista coletiva, no hospital se necessário, para dizer tudo o que sabia sobre os labirintos obscuros do poder. Só assim lavaria a própria alma, só assim mereceria perdão. Não adianta deixar para declarar tudo a São Pedro, se bobear pensando ainda em engana-lo para usufruir dias de fartura e luxo no paraíso. É preciso pensar, antes de tudo, nos semelhantes, naqueles a quem ludibriou, que somos nós. Por isso acho também que a imprensa supervalorizou a morte do ex-prefeito de São Paulo. Deram espaço demais para ele, transformando em drama comovente o seu epílogo nefasto. Merecia somente um obituário, em jornal de bairro, escrito assim: “Morreu ontem, de câncer, o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, conhecido em todo o Brasil por aplicar golpes tão perfeitos que lhe renderam o direito de nunca ser punido. Foi discípulo de outro célere contraventor do colarinho branco: Paulo Maluf, com quem protagonizou alguns dos mais bem elaborados planos de superfaturamento de obras e lavagem de dinheiro do Brasil. Pitta deixa enlutados a mulher, filhos, netos, apadrinhados, contadores, banqueiros, mulas, laranjas e demais colegas de vida pública. Nas horas vagas, gostava de contar dinheiro e fazer piadas sobre as voltas que dava na Justiça brasileira, incapaz de coloca-lo na cadeia, mesmo diante de evidencias acachapantes. Sempre disposto a ajudar aqueles que lhe pudessem molhar a mão ou fazer algum agrado mais pomposo, Pitta não poupava esforços na hora de forjar documentos, assinar papéis com objetivo duvidoso e identificar oportunidades imperdíveis em paraísos fiscais. Por isso deixará saudades entre aqueles com quem convivia”. Que Celso Pitta descanse em paz. Nós descansaremos, sem ele. | | Rodrigo Pereira Jornalista, formado e pós graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, acumulou 10 anos de experiência como editor e repórter em três jornais catarinenses. Nesta coluna, assume a função de analista, comentando aspectos e nuances dos acontecimentos relatados pela mídia. É a interpretação dos fatos por quem conhece a notícia. |
FONTE: http://www.analiseemfoco.com.br/site/noticia.php?cod=1&sub=0¬icia=746
Escrito por lucky-rs às 12h34
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| Ahmadinejad Seja Bem Vindo ao Brasil
Carta aberta ao presidente do Irã.
Tenho a certeza de que será uma das piores viagens oficiais de sua vida.
Vai encontrar aqui um país cristão, coisa que abomina. Vai ter que se encontrar com políticos e empresários que usam gravatas, acessório proibido pelo código de vestimentas (lei no Irã) porque na visão xiita a gravata simboliza uma cruz em torno do pescoço dos homens. E verá mais de 5 cores de ternos, outra coisa também proibida no Irã.
Espero que passe por nossas praias e não fique olhando para o chão do carro, pois precisa se confrontar com a liberdade ocidental de expor o corpo humano vivo e não os cadáveres. Precisará se controlar para não dar uma olhadinha em nossas beldades desnudas não só nas praias, mas com vestidinhos de Geisy por todos os cantos. Imagine o que é isso para alguém que defende a burka? É o próprio Faya, o Inferno muçulmano.
Mas seja bem vindo aqui Ahmadinejad. Espero que se encontre com o presidente Lula em seu gabinete, veja a Bíblia sobre a mesa, veja a mezuza na porta ao lado na sala da Clara Ant. E pense muito bem no que fazer: apertar a mão de uma judia comunista de rosto descoberto e tornozelos de fora? Que dilema teológico...
Mas seja bem vindo Ahmadinejad. Depois de se esquivar da Clara Ant, que como assessora pode até ser posta de lado, mas aí resta o Marco Aurélio Garcia, que deixa a Clara no ponto mais a direita da esquerda com sua mente sovietizada e cubanizada. Ih Ahamdinejad: você acabou com os comunistas no Irã. O que vai dizer aos nossos aqui (alguns deles o defendem hein...), a maioria, muito mais neo-liberal que de esquerda, mas não tem saída: neo-liberalismo também não é sua praia. E depois de se esquivar de um, sempre virá outro: uma grande lista de judeus e esquerdistas de fato no poder. Não são brinquedinhos buchechudos como na Venezuela. Aqui a esquerda é de raiz!
Mas seja bem vindo Ahmadinejad. Venha ver um país de 190 milhões de pessoas de todas as origens e religiões que não se matam e não disputam o poder para matar as outras, se é que isso faz algum sentido para você. Pergunte como se faz uma eleição sem fraude.
Tem umas coisas aqui que você precisava conhecer para ampliar seus horizontes mas não vai rolar. Não vai ao Corcovado. Não vai ao Pão de Açúcar, não vai dar uma volta no Saara no Rio ou na 25 de Março em São Paulo. Não vai ter uma almoço fechado no Porcão, até porque você, como muçulmano, come kosher também. Aliás, se quiser levar um salame antes voltar, passe aqui na Bolivar 45. Dá até para parar o carro na baia de descarga e tomar um café: eu pago! Aproveite para ver o que nossos vizinhos cristãos iraquianos pensam de você. Posso até marcar com uns amigos bahais. É! Tem bahais no Brasil também, religião que os xiitas escorraçaram da Pérsia e depois do Irã, tendo que se refugiar em Haifa, ainda no domínio Otomano. Ih, esqueci: tem turco para caramba aqui no Brasil. Tem libanês cristão para todos os lados. Mais libaneses e descendentes de libaneses que no próprio Líbano.
Aqui é um lugar interessante para você conhecer, pena que vai ficar acossado entre a mídia e a política e não verá nosso povo.
Pessoalmente não tenho nada contra você. Não fico nem um pouco impressionado com mais um líder muçulmano dizendo que vai varrer Israel do mapa. Pode tentar. Em 1948 quando eram fortes e os judeus fracos, não conseguiram. Depois Nasser tinha o seu discurso. Depois Sadat tinha o seu discurso. Depois Shuqueiri e Arafat tinham o seu discurso. Depois Assad (pai) tinha seu discurso. Depois Saddam, seu inimigo mortal tinha o seu discurso. Você é professor. A história lhe interessa. Olhe para trás e veja onde estão e o que conseguiram. Pelo menos podia ser original em seu discurso.
Nem seus arroubos de negação do Holcausto a cada vez que o petróleo está baixo me incomodam. Você é o presidente, mas não é o poder. Você não me preocupa e nem sei o quanto dos coisas que faz ou diz são realmente suas ou você é apenas o porta voz da junta teológica que domina os persas.
Não é aqui no Brasil que alguém vai te lembrar que é dirigente do único país xiita entre outros 53 países sunitas e que mais ou menos 1 bilhão de muçulmanos não vão com a sua cara enquanto só uns 13 milhões de judeus tem algo contra você. Isso não vão te dizer aqui. Não vão dizer que o Irã tem relações diplomáticas com menos países islâmicos que Israel. E ninguém vai chegar até você numa entrevista e perguntar: "Presidente, para que essa bobagem de dizer que Israel tem que ser varrido do mapa? Seu obejtivo não é triunfar onde seus antepassados xiitas fracassaram e retomar Meca? Abrir Meca para os persas e varrer o domínio árabe sobre o Islã no Golfo?" Não é essa a agenda verdadeira iraniana verdadeira? Vcs também seguem Sun Tzu não seguem? Faça o inimigo achar que vc está longe quando está perto...
Sei que você pode jogar a Bomba sobre Israel pois são apenas judeus, cristãos, bahais e sunitas por lá. Todos infiéis na visão. Mas você acredita que Israel tem 300 Bombas. Um monte de gente acredita. É blefe? É real? Mas a família real saudita não tem nenhuma né? Será que alguém ataca você se a Bomba cair em Ryad e não em Jerusalém? Pessoalmente, acho que não. Mas se eu fosse você ficaria com o pé atrás e mandava investigar a fundo todo mundo que está em seu programa nuclear. Você acreditaria se eu disse que algum dos cientistas paquistaneses pode ser um agente taliban da Al Qaeda, sua inimiga mortal, pronto para fazer um ataque suicida nuclear em suas instalações? Vocês são persas. São inteligentes. Sabem quem são seus reais inimigos. Sabem que sempre foram os árabes, os sunitas e agora os talibans. Depois de 10 anos de guerra com os sunitas iraquianos seus aiatolás quase atacaram o Afeganistão sob domínio taliban por 3 vezes. Só não fizeram porque foram um pouco mais espertos e deixaram os ocidentais se ferrarem por lá, como os soviéticos, sem conseguir resolver nada.
Mas seja bem vindo. Venha e ouça o que precisa ouvir! Venha e ouça o que precisa ser dito. Vai ser insuportável para você. Assine um contrato para uma área do pré-sal pois seu petróleo está acabando e você sabe disso melhor que ninguém.
E tenha uma certeza caro presidente: Israel não vai construir o segundo Yad Vashem, o segundo Museu do Holocausto. Mas se o Irã realmente enveredar pelo caminho da chantagem atômica, vocês poderão acabar tendo que construir o seu primeiro museu....
| Escrito por: Jose Roitberg - Jornalista Publicado no site em: 18/11/2009 |
FONTE: http://www.deolhonamidia.org.br/Publicacoes/mostraPublicacao.asp?tID=486&from=Mailing
Escrito por lucky-rs às 12h00
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Leia abaixo como o site VIDEVERSUS do jornalista Vitor Vieira noticiou a morte e o enterro do ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta (PTB) que morreu de câncer aos 63 anos. Diferente foi o que fez a Rede Globo que reproduziu todas as notícias negativas envolvendo a vida do político, praticando o antijornalismo vingativo que desrespeitou a dor dos amigos e familiares do morto que nada pode dizer agora para se defender de um ataque covarde, mesquinho, estúpido que beirou ao absurdo. O que a emissora fez foi promover um ataque sem precedentes a um morto de uma maneira que violou todos os códigos de ética que devem nortear o jornalismo e o interesse público de quem faz a notícia para a população brasileira, foi vergonhosa e inexplicável a atitude da Rede Globo... Porto Alegre, segunda-feira, 23 de novembro de 2009 - 16h34min Celso Pitta é enterrado em São Paulo Sob chuva forte, familiares, amigos, políticos e partidários acompanharam o enterro do ex-prefeito Celso Pitta no final da tarde de sábado, no cemitério Getsêmani, em São Paulo. Não houve discursos, apenas uma salva de palmas, e algumas pessoas que repetiram, em voz alta, o nome do prefeito.
Dos familiares mais próximos, foram ao enterro a mãe de Pitta, dona Zuleica, de 89 anos, a viúva, Rony Golabeck, e os filhos Vítor e Roberta Pitta. Mais cedo, cerca de 600 pessoas compareceram ao velório, no saguão da Assembléia Legislativa. O economista e ex-prefeito de São Paulo morreu na noite de sexta-feira, aos 63 anos, no Hospital Sírio-Libanês. Ele estava internado desde 3 de novembro e tinha câncer no intestino. Pitta esteve à frente da Prefeitura de São Paulo de janeiro de 1997 a dezembro de 2000. Celso Pitta também foi casado com Nicéa Camargo, de quem se separou em 1999 e enfrentou acusações e processos. No fim do ano passado, chegou a ser condenado a pagar uma dívida de R$ 100 mil a Nicéa referente a cinco meses de pensão alimentícia atrasada. A ex-mulher não compareceu ao velório, nem o ex-prefeito Paulo Maluf, de quem Pitta foi apadrinhado.
Escrito por lucky-rs às 16h43
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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de novembro de 2009 - 16h30min Há quem tenha coragem para dizer na cara do facínora Ahmadinejad o que é preciso dizer Leia com atenção o que escreveu o jornalista Reinaldo Azevedo sobre o facínora fascista islâmico iraniano Mahmoud Ahmadinejad na sexta-feira em seu blog: "No dia 24 de setembro de 2007, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que chega ao Brasil na segunda, falou na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, num evento organizado pela Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da instituição. Aquele ano foi dedicado às questões iranianas, e a presença do facinoroso foi apenas um dos eventos. Lee Bollinger, presidente da Columbia — lá, os reitores têm esse título — optou por fazer uma fala introdutória, prévia, ao discurso de Ahmadinejad.
E fez história. A descompostura é fabulosa. No vídeo abaixo, não está toda a sua fala. Antes do ponto em que vocês podem assistir, ele agradece os esforços dos coordenadores do evento e lembra: “Ouvir idéias que nós deploramos não implica endossá-las nem é sinal de fraqueza ou ingenuidade diante dos perigos reais inerentes a essas idéias”. O reitor se preparava para lançar um foguete contra Ahmadinejad. “Uma das premissas cruciais da liberdade de expressão é que não tornamos honrada a desonra quando abrimos o debate para que ela se manifeste”. O reitor diz compreender o ponto de vista daqueles que acreditam que aquele evento — a presença de Ahmadinejad na Columbia — jamais deveria estar acontecendo, desculpa-se com aqueles que se sentirem pessoalmente atingidos pelo fato e diz que fará o máximo para aliviar seu sofrimento. De modo enfático, afirma: “Que fique claro de uma vez por todas: este evento não tem absolutamente nada a ver com o ‘direito’ de quem fala, mas apenas com o nosso direito de ouvir e falar. Fazemos isso por nós”. Lee Bollinger exalta os valores da liberdade, fala da necessidade de entender o mundo e lembra que a universidade não ocupa escalões do poder. Não faz a paz nem faz a guerra. Mas forma cérebros. E então passa a se dirigir diretamente a Ahmadinejad. Ele fala da brutal repressão de professores universitários, jornalistas e defensores dos direitos humanos O reitor cita casos de perseguição a professores — um deles formado na Columbia e convidado a dar aula na Universidade, diz que a Anistia Internacional acusa a execução de 210 pessoas, 21 delas só no dia 5 de setembro. Entre os mortos estavam crianças e defensores dos direitos humanos. Lembra que se fazem execuções públicas, violando convenções internacionais de direitos civis de que o Irã é signatário. Isso tudo antecede o trecho do vídeo que está aí. O texto que segue depois dele são trechos da fala do reitor dirigindo-se diretamente a Ahmadinejad. “Essas e outras execuções coincidiram com a selvagem repressão contra ativistas estudantis e professores, acusados de fomentar a chamada ‘revolução suave’ (…) Como disse a doutora Esfrandiari em uma entrevista, ela ficou presa numa solitária por 105 dias porque o governo acreditava que os Estados Unidos planejavam uma “Revolução de Veludo” no Irã. Nesta mesma sala, no ano passado, nós aprendemos alguma coisa sobre a Revolução de Veludo de Vaclav Havel. E ouviremos algo semelhante de Michelle Bachelet, presidente do Chile. Estas duas histórias extraordinárias lembram-nos de que não há prisões suficientes para impedir uma sociedade que queira ser livre de ser livre. Nós, nesta universidade, não temos receio de protestar contra o nosso governo e de contestá-lo em nome desses valores. E não temos receio de criticar o seu governo. Vamos deixar claro de saída: senhor presidente, o senhor exibe todos os sinais de um ditador mesquinho e cruel. E eu lhe pergunto: por que as mulheres, os membros da religião Baha’i, homossexuais e muitos dos nossos colegas professores são alvos de perseguição em seu pais? Por que, numa carta ao secretário geral da ONU na semana passada, Akbar Gangi, um dissidente, e outras 300 personalidades, entre intelectuais, escritores e laureados com o Prêmio Nobel acusam que a sua retórica inflamada contra o Ocidente busca desviar a atenção do mundo das condições intoleráveis que o seu regime criou dentro do Irã, em especial o uso da Lei de Imprensa para banir os críticos? Por que o senhor tem tanto medo de que os cidadãos iranianos expressem suas opiniões em favor de mudanças? (…) O senhor me deixa liderar uma delegação de estudantes e professores da Columbia para falar na sua universidade sobre liberdade de expressão, com a mesma liberdade que lhe garantimos hoje? O senhor fará isso?” No video vê-se a continuidade da pregação do reitor, falando sobre a negação do Holocausto pelo facínora fascista islâmico Mahmoud Ahmadinejad: "“Em dezembro de 2005, num programa da TV estatal, o senhor se referiu ao Holocausto como uma invenção, uma lenda. Um ano depois, o senhor apoiou uma reunião de negadores do Holocausto. Para os iletrados, os ignorantes, isso é propaganda perigosa. Quando o senhor vem a um lugar como este, isto faz do senhor simplesmente um ridículo. Ou o senhor é um provocador descarado ou é espantosamente mal-educado (sem formação intelectual). O senhor precisa saber que a Columbia é um centro mundial de estudos judaicos e, agora, em parceria com o Instituto YIVO, de estudo do Holocausto. (…) A verdade é que o Holocausto é o mais documentado evento da história humana. (…). O senhor vai parar com esse ultraje? O reitor fala também sobre a determinação do facínora fascista islâmico de produzir a destruição do Estado de Israel: "Doze dias atrás o senhor disse que o Estado de Israel não pode continuar a existir. Isso repete inúmeras declarações inflamadas que o senhor tem feito nos últimos dois anos, incluindo a de outubro de 2005, segundo a qual Israel tem de ser “varrido do mapa”. A Columbia tem mais de 800 ex-alunos vivendo em Israel. Como instituição, temos profundos laços com nossos colegas de lá. Eu, pessoalmente, tenho me manifestado com força contra propostas de boicotar estudantes e especialistas de Israel dizendo que isso seria boicotar a própria Columbia. Mais de 400 colegas e reitores neste país pensam o mesmo. Minha pergunta, então, é: “O senhor planeja nos varrer do mapa também?” O reitor também fala sobre o financiamento do terrorismo: "De acordo com o Council on Foreign Relations, está bem documentado que o Irã é patrocinador do terror, financiando grupos violentos como o libanês Hezbollah, que o Irã ajudou a organizar em 1980, e os palestinos Hamas e Jihad Islâmica. Enquanto o governo que o precedeu colaborou com os Estados Unidos na campanha contra o Taliban, em 2001, o seu governo está atacando sorrateiramente as tropas norte-americanas no Iraque, financiando, armando e garantindo livre trânsito para líderes insurgentes como Muqtada al-Sadr e suas forças. Há inúmeros relatos que ligam o seu governo com os esforços da Síria para desestabilizar o frágil governo do Líbano por meio da violência e do assassinato político. Minha questão é esta: por que o senhor apóia organizações terroristas que continuam a golpear a paz e a democracia no Oriente Médio, destruindo vidas e a sociedade civil na região?" E continua o reitor: "O general David Patraeus afirmou que armas fornecidas pelo Irã (…) estão contribuindo para a sofisticação de ataques, “que não seriam possíveis sem o apoio do Irã”. Muitos formados da Columbia e estudantes estão entre os bravos militares que estão servindo ou serviram no Iraque e no Afeganistão. Eles, como outros americanos com filhos, filhas, pais, maridos e mulheres que estão em combate vêem, certamente, o seu governo como inimigo. O senhor pode lhes dizer e a nós por que o Irã está lutando uma guerra que não é sua no Iraque, armando a milícia Shi’a, alvejando e matando tropas americanas?" Por fim, o reitor da Columbia University, na cara da Mahomoud Ahmadinejad, disse-lhe: "Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU avalia ampliar as sanções contra o Irã pela terceira vez porque o seu governo se recusa a suspender o programa de enriquecimento de Urânio. (…) Por que o seu país se recusa a aderir ao padrão internacional de verificação de armas nucleares, em desafio a acordo que o senhor fez com a agência nuclear das Nações Unidas? E por que o senhor escolheu fazer o seu próprio povo vítima dos efeitos das sanções internacionais, ameaçando fazer o mundo mergulhar na aniquilação nuclear? Deixe-me encerrar com este comentário. Francamente, com toda sinceridade, senhor presidente, eu duvido que o senhor tenha coragem intelectual de responder essas questões". No Brasil, até o momento, não se viu um único desses que se dizem intelectuais apresentar coragem similar para dizer a esse ditador facínora islâmico o que deve ser dito. E não dizem porque a intelectualidade brasileira está de quatros para um governo populista imperialista.
Escrito por lucky-rs às 16h32
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O ajuste fiscal e os precatórios - Artigo de Yeda Crusius
(23.11.09)  |
Por Yeda Crusius, governadora do Estado
No útlimo dia 19, cerca de um ano depois de anunciarmos a retomada do pagamento dos precatórios, submetemos à Assembleia Legislativa uma medida que complementa o nosso compromisso com o ajuste fiscal e que considero um marco na história das finanças do Rio Grande do Sul.
Estamos propondo ao povo gaúcho a continuidade de uma caminhada rumo ao equacionamento de um dos maiores passivos das finanças públicas do Estado que são os precatórios inadimplidos. A proposta é a da utilização dos recursos que estão depositados no Fundo de Equilíbrio Previdenciário, que foi constituído com a finalidade de auxiliar na cobertura do déficit previdenciário, para quitar precatórios.
Com isso, estamos reforçando a finalidade do fundo, já que a grande maioria dos credores dessa dívida é formada por pensionistas. A utilização que estamos propondo para o fundo denominado FE-Pprev reforça nossa promessa de recuperação da previdência pública e o compromisso com o ajuste fiscal.
O que estamos respeitosamente propondo é também a aceleração do prazo de utilização do FE-Prev para a consequente aceleração do resgate de um compromisso histórico que é o pagamento dos credores do Estado. É importante destacar que o Fundo de Garantia da Previdência, o outro fundo criado com a venda de ações do Banrisul, permanecerá sem nenhum saque, como foi previsto em lei.
Essa conta hoje tem recursos de mais de R$ 161 milhões resguardados e que irão garantir a previdência dos novos servidores daqui a cerca de 30 anos, quando se aposentarem.
A iniciativa, se aceita, irá coroar uma gestão eficiente, corajosa e ousada, que fez o processo de colocação de ações do Banrisul no mercado de forma transparente, fortalecendo o banco e sem nenhum prejuízo à instituição.
Portanto, estamos anunciando novas medidas para os servidores ativos, inativos e pensionistas gaúchos que, a partir de agora, têm novas perspectivas, mas, mais que isso, um novo horizonte para toda a sociedade gaúcha neste final de ano. FONTE: http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=16851&utm_source=PmwebCRM-ESPACOVITAL&utm_medium=Not%c3%adcias%20de%20casos%20judiciais%20-%2023.11.2009
Escrito por lucky-rs às 16h08
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